segunda-feira, maio 15, 2006

Tempo

O tempo passa por nós
E não pára.
Ou melhor, ele há-de parar, mas
Não trás data definida.
O Homem julga-se dono do seu tempo,
Julga-se na capacidade de negar
O que ele trás, por lei do destino.
Pensa poder adiar o que devia ser dito
Para amanhã, o que devia ser feito...
E se o amanhã nunca vier?
E se o "Desculpa-me", o "Quero estar contigo"
Ou mesmo o "Amo-te", ficam por dizer?

1 comentário:

Anónimo disse...

só uma palavra: LINDO