E não pára.
Ou melhor, ele há-de parar, mas
Não trás data definida.
O Homem julga-se dono do seu tempo,
Julga-se na capacidade de negar

O que ele trás, por lei do destino.
Pensa poder adiar o que devia ser dito
Para amanhã, o que devia ser feito...
E se o amanhã nunca vier?
E se o "Desculpa-me", o "Quero estar contigo"
Ou mesmo o "Amo-te", ficam por dizer?
1 comentário:
só uma palavra: LINDO
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